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terça-feira, 29 de dezembro de 2009

mudança de residência'


e a cada dia que passa percebo que diminui, e eu ja não sinto tanta falta do seu abraço que vinha acompanhado de seu perfume, um perfume que era só seu, que eu nunca senti e nunca sentirei em mais ninguém... não sinto mais tanta falta do seu carinho, seguido de beijos... da forma como me olhava que parecia que eu podia ler sua alma... e que com o tempo esse mesmo olha foi se tornando tão vago e tão vazio, que não sentia ali sua presença total... era uma presença somente de corpo, mas a mente viajava tão longe, que ao mesmo tempo que eu queria saber onde estavam todos esses seus pensamentos, eu queria te resgatar novamente, te pegar em minhas mão e não deixa escapar de novo... e era impossivel, esse estado de melancolia que a gente passava, me dava a impressão que só traria cada vez mais um brecha maior, e com o tempo uma distancia enorme nos separava, mesmo estando tão próximas que nem um beijo quebraria... e aquela falta que eu sentia, já nem é tanta falta, pois eu percebi que a distancia, não se tornou só pelo fato de não nos vermos, a distância estava entre nós bem antes, no momento em que eu achei que tudo poderia estar dando certo, foi quando a muralha foi contruida; a unica falta que fica, ainda, é de quando tudo parecia estar perfeito demais, naquele inicio, onde o abraço se completava, a saudade machuva, e a distancia fisica entre nós não parecia nos afetar... afinal, oqe nos afetou, foi a distancia emocional que cada uma  acabou causando... não sinto mais falta, nem sinto mais nada;

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

melâncolia do natal'

foi tão rapido aquele encontro... foi por pequenos segundos, mas naquele abraço eu jurava que eu tinha me perdido por horas, com aquele seu perfume que desde o primeiro abraço eu conheço... aquele seu carinho e cuidado por mim que sempre teve, parecia mais um filme rodando na minha cabeça do que realmente um inesperado e breve encontro na noite de natal... se eu não estava melancólica, fiquei após isso, não nego... e te ver ir embora, e imaginar que estaria indo curtir seu natal junto com quem gostas, me doeu sabe, me doeu muito... ver que aqueles olhos não estariam cmg mais uma vez, ver que aquele sorriso não preencheria minha noite; nem essa, nem nenhuma... ainda dói muito perceber que esse amor idiota, essa esperança estúpida que eu tenho sempre quando te vejo, ja deveriam ter sumido há tempos... e eu me pergunto sempre porqe é que ainda não passou então?! se ja não há mais com oqe lutar, se não há mais oqe rolar de nós...?! não sei se ao te ver essa noite, se me fez bem, ou se me fez mal... mas me provou mais uma vez que ainda não passou, nem curou...

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

milonga'

Te peguei pelos dedos p. dançar enquanto o sol demora;
p. chegar trazendo aurora e a luz que cega e me dá medo,

E como um torpedo eu deslizo e vôo num mar de lençois...
E cada dobra conta histórias, de muitas delas sinto medo.
São muitos enredos enrolados e embriagados como nós... 
Tão a sós, como nós...
Porque você insiste em dizer que ainda existe vida sem você ?
E eu não quero lembrar do que eu fui pra você, 

uma simples distração pra você esquecer.
Eu não quero lembrar que chegamos ao nosso fim...

Eu não quero lembrar que eu vou acordar,
sabendo que meus olhos não vão te encontrar...

Eu não quero lembrar que tudo acabou pra mim...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

você me chora dores de outro amor,
se abre e acaba cmg ♫

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

relacionamentos, '

beziehung, relación, relation, σχέσης, relatie, relationship, rapporto, relacionamento
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relacionamento 
(relacionar + -mento)
s. m.
1. Acto! de relacionar ou de se relacionar.
2. Ligação afectiva! ou sexual entre duas pessoas. = relação
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relacionar - Conjugar 
(latim relatio, -onis + -ar)
v. tr.
1. Fazer uma relação de, meter em lista.
2. Referir; narrar; contar.
3. Estabelecer relação ou analogia entre; comparar.
v. pron.
4. Adquirir relações.
5. Entrar na intimidade de.
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varias palavras, o mesmo significado. e p. mim o que melhor se define à palavra é o 'entrar na intimidade de'... e basicamente é isso... conforme conhecemos e nos apegamos as pessoas, temos a mania de relacionamento, mania de querer tornar as coisas mais sérias, pressa de amar e ser amado, sem dar tempo p. que nós mesmos conhecemos o outro, seus defeitos e qualidades, e é ai, que eu acredito que o relacionamento pode acabar com o sentimento... nos relacionamentos rapidos, apressados pelo amor, onde caimos de cabeça e entramos em algo mais sério sem ao menos conhecermos a pessoa que está do outro lado... e daí vem a decepção, onde percebemos que aquela pessoa que parecia ter saido de um conto de fadas, na verdade virou sapo, mais uma vez... o mal de nós seres humanos é termos pressa em tudo, pressa em amar, em sermos amados, em sermos felizes, em ter relacionamentos mais compromissados, como se parecesse que a pessoa fosse fugir com o circo, ou algo do tipo... tem uns dias que conversei sobre isso com uma amiga, e após muita discussão e reflexão cheguei a conclusão que relacionamentos, ao meu ver, só dão 'certo' ou não estragam o amor, aqueles que vamos com calma, sentimos exatamente onde estamos pisando, e conhecemos bem a outra pessoa, sabendo assim oqe realmente queremos... isso evita por muitas vezes magoas desnecessárias... ao invés de procurarmos pelo amor, deveriamos deixa-lo entrar, mesmo que sem pedir licensa... mas apenas deixa-lo acontecer... e o relacionamento? primeiro deixa o amor vir, depois com mais calma, deixamos o relacionamento acontecer tbm... sem correria, sem pressa...  

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

post em branco/ inicio

 
oqe eu escrevi nem vem p. cá... nem hoje, nem nunca talvez ...
 
post em branco/ fim

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

mais uma dose, é claro que eu to afim... ♫ '


em meio a cigarros e bebidas, e no silêncio na minha cabeça, ao fundo de músicas frenéticas, me encontro totalmente perdida, e ao mesmo tempo me acho ali... deitada, acima de mim estrelas, coberta pelo sereno de uma noite solitária e ao mesmo tempo agitada. escuto vozes a me chamar, mas não me movo, não quero sair dali, não quero ver mais nada, só quero me perder e me encontrar sozinha nos meus pensamentos; não quero mais bebida, ou talvez um só gole da mais forte, e mais cinzas de dúvidas, queimadas em meio a tanta tortura de não se saber oqe fazer. é ali, sentada no escuro e sozinha, que eu me entendo, e que percebo que não adianta fugir ou fechar os olhos que não mudará em nada, ainda assim estará bem ao meu lado... a cada dia seguindo cmg. esse sentimento que me sufoca, que me alucina, que me tortura, mas que ao mesmo tempo, ali em meio a prantos de não saber oqe fazer, percebo que me faz tão bem e é tão vital quanto o ar... percebo tbm que não quero fugir dele, nem quero arranca-lo. somente omiti-lo de forma que não assuste alguém, muito menos afaste. e percebo que o choro se torna sorriso, e percebo que tudo fica tão claro quanto o dia raiando... o não saber oqe fazer é oqe mais me assusta; percebo enfim, que dessa fase eu já passei...


registro de uma noite de sábado, do dia 28 do mês de dezembro...